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21 de dez. de 2007

Transposição do São Francisco

A fome de miséria do Bispo

por Rodrigo Guéron filósofo, editor da Global/Brasil e professor da UERJ.

Os que apóiam Dom Cappio não podem ser de esquerda. Tornaram-se cúmplices e motores de um dos mais profundos conservadorismos brasileiros. Um esquema que glorifica exatamente aquilo que precisa ser vencido: fome, sofrimento e morte.

um trecho do artigo: (...)O ato do bispo é, em primeiro lugar, um culto à fome, ao sofrimento e em última análise à própria morte. O bispo se auto-exalta, e é exaltado, como alguém que seria mais virtuoso que os outros porque sofre e passa fome. Isso o faria uma espécie de portador da verdade. Ou seja, fome e sofrimento seriam uma espécie de passaporte para a bem. Dessa maneira, no entanto, o bispo restaura o próprio circuito de miséria, violência endêmica e poder, que se fecha numa lógica, num sentido, que há mais de um século aprisiona a vida, e conseqüentemente a política, no Nordeste.(...)

e o artigo completo aqui.

cae...

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25 de nov. de 2007

Reforma universitária para quê?

Esse é exatamente o título de um post da Diplô Brasil que saiu no dia 21 de Novembro. No post, estão linkados dois artigos publicados pelo site em que dois pontos de vista são lançados sobre a questão da reforma universitária brasileira. O objetivo é abrir espaço para essa polêmica tão importante, e os dois artigos são escritos por pessoas bastante ligadas aos movimentos estudantis.

Ficam aqui os links para leitura, assim como a descrição que vem junta no post da Diplô. Em breve, um comentário mais elaborado sobre essa polêmica.

Ocupar a Universidade
O movimento de ocupações que emergiu nas instituições federais reivindica um legado que nunca deveria ter sido esquecido. Autonomia, democracia e liberdade são conceitos que ajudam na consciência de massas no Brasil, e fazem valer o princípio de universalidade do conhecimento (Por Vinicius Almeida, Allan Mesentier e Daniel Nunes)

A democratização inadiável
Lutar contra a reforma universitária e o REUNI é legítimo numa democracia. Mas que fique claro: trata-se de uma luta de poucos contra muitos, de incluídos contra excluídos, do status quo contra a transformação, do fetiche disciplinar contra a transcidiplinariedade. Enfim, da direita contra a esquerda (Por Bruno Cava)

Opine!
Enric "Grama" Llagostera

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