7 de abr. de 2008
em Brasília..
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Ação da PM na UFMG
Aconteceu semana passada. Abaixo um dos vídeos disponíveis e, na sequência, texto assinado por entidads do movimento estudantil.
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2 de abr. de 2008
A placar e o Casagrande

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1 de abr. de 2008
o Estado e a cultura
há um tempo atrás colocamos uma entrevista do cineasta Beto Brant comentandoa s leis de incentivo fiscal, está aqui.
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25 de mar. de 2008

Ar tigo: EU GOSTO DO IMPÉRIO, por Diogo Mainardi (VEJA) | |
– Cem anos no Iraque! Esse era o mote da campanha eleitoral de John McCain. Ele foi ainda mais longe. Declarou que estaria disposto a manter as tropas americanas no Iraque por mil anos, por dez mil anos. Quando o eleitorado chiou, ele deu para trás, garantindo que a guerra terminaria muito antes disso. E terminaria porque ele saberia como ganhá-la. Eu elegeria um candidato que prometesse: – Cem anos na Rocinha! Melhor ainda: – Mil anos na Maré! Dez mil anos no Cantagalo! A guerra no Iraque acaba de completar cinco anos. Em seu discurso no Pentágono, George W. Bush reconheceu a impopularidade do conflito, repetiu que os Estados Unidos acertaram ao derrubar Saddam Hussein e acrescentou que se trata de uma guerra que pode e tem de ser vencida. Os americanos erraram tudo nesses cinco anos. Erraram militarmente, erraram politicamente, erraram estrategicamente. O custo da guerra foi alto demais. George W. Bush tem de ser responsabilizado por isso. Mas eu topo dizer que os Estados Unidos acertaram ao derrubar o tirano genocida Saddam Hussein. E topo dizer também que a guerra no Iraque pode e tem de ser vencida. O fracasso no Iraque está gerando uma onda isolacionista nos Estados Unidos. Uma onda igual a outra do passado: a que tentou impedir o país de entrar na II Guerra Mundial. Em vez de Charles Lindbergh, o herói do momento é Barack Obama. Isso é o pior que poderia acontecer. Eu gosto do Império. Eu gosto da idéia do Império. Creio que ele tem um papel regulador sem o qual o mundo acabaria se esfarelando. Eu sou o tupinambá colonizado que aceita voluntariamente parar de comer carne humana. Eu sou o caraíba rendido que oferece passivamente suas filhas púberes ao conquistador. Mas tem de haver uma contrapartida: o Império deve assumir suas responsabilidades de Império. No caso do Iraque, assumir responsabilidades significa combater até o fim a Al Qaeda, reprimir os bandos religiosos armados e fazer jorrar dez vezes mais petróleo. Nem que leve cem anos. Nem que leve mil anos. Nem que leve dez mil anos. O debate político se infantilizou tremendamente nos últimos tempos. Foi mais um dos efeitos deletérios da guerra no Iraque. A retirada das tropas americanas produziria um massacre generalizado no país. Que essa hipótese atraia tanto consenso nos Estados Unidos é sinal de um abastardamento das idéias. O mundo é brutal. O mundo é perigoso. Alguém tem de policiá-lo. Alguém tem de bombardear os terroristas. Alguém tem de impor regras que sejam acatadas por todos. Alguém tem de deter os planos nucleares iranianos. Alguém tem de armar Israel. Só os Estados Unidos podem fazer tudo isso. O trato é muito simples: nós entramos com as filhas púberes, eles entram com os tanques. – Cem anos no Iraque! | |
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17 de mar. de 2008
Sociedade Esportiva Palmeiras
Ah, tentarei ser mais ativo aqui no ParouParou a partir desta semana que entra.
Segue:
O último homem em pé
EDUARDO VIEIRA DA COSTA
Editor de Esporte da Folha Online
O goleiro Marcos é de um tipo que não existe mais no futebol. Ou que talvez nunca tenha existido. O tipo honesto. Tão honesto que pode ser confundido com ingênuo. Isso para aqueles que consideram ingenuidade não tirar proveito de qualquer situação a qualquer custo.
O arqueiro palmeirense levou uma verdadeira "voadora" do atacante Malaquias, uma entrada com a sola da chuteira em sua barriga, no jogo contra o Bragantino. Logo em seguida, acabou agredindo o rival e sendo expulso. Mas quero ir por partes para destacar o que acho realmente relevante em todo o incidente.
O lance pode ser muito discutido (e, sim, ele já foi exaustivamente debatido), mas o que mais me chamou a atenção foi o fato de Marcos ter permanecido em pé após o choque.
Pouco depois, nos programas de mesa redonda da vida, não foram poucos os que defenderam que o goleiro devia ter caído. De fato, se tivesse feito isso, Marcos por conseqüência não teria sido expulso, já que não chutaria o rival caído. E também não haveria o pênalti. E seria possível até o juiz ter dado falta para o Palmeiras e expulsado Malaquias.
Mas ir ao chão naquele momento implicaria uma coisa que parece bastante difícil para um jogador como Marcos: fingir. Ele poderia cair e rolar no chão por longos minutos, mas estaria simulando, apesar de realmente ter sido atingido em cheio pelas travas da chuteira do rival.
É a velha história da malandragem do futebol. Todo mundo tem que ser muito esperto e levar vantagem sobre os outros. Se não fizer isso é porque é ingênuo, porque não conhece o mundo do futebol.
Mas Marcos conhece muito bem o mundo do futebol. É campeão da Libertadores, campeão Mundial. E, além de ser um excelente goleiro, ele é também uma pessoa diferente.
Diferente, por exemplo, de outro grande goleiro brasileiro, Dida. Recentemente, o goleiro do Milan foi tocado (de leve, bem de leve) no rosto por um torcedor do Celtic, em jogo da Copa dos Campeões, e desabou no chão como se tivesse sido esmurrado pelo Maguila --não antes de ter tentado correr atrás do "agressor", o que tornou a cena ainda mais patética.
É claro que não dá para julgar o Dida por uma atitude como essa, impensada, no calor do jogo. Mas dá para perceber qual é o padrão de atitude da maior parte dos jogadores hoje em dia, em contraste com a postura do Marcos.
O fato de o palmeirense ter chutado Malaquias logo em seguida é condenável, mas é necessário ressaltar que não dá nem mesmo para definir o ato como um chute de fato. Foi mais um "empurrão com o pé". Mas isso não impediu Malaquias, este sim, de levar as mãos dramaticamente ao rosto, como se tivesse sido atingido ali pelo goleiro --o que claramente não aconteceu.
No dia seguinte, em diversas entrevistas, Marcos reconheceu o erro de ter "partido para cima" do atacante, admitiu que não devia ter feito aquilo. Mas negou tentativa de agressão. Mesmo assim, provavelmente será julgado pelo STJD. Malaquias, não. Nem pela agressão e nem pela simulação.
Talvez o honesto seja mesmo o ingênuo. Talvez Marcos seja o último homem em pé
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10 de mar. de 2008
e o Gabeira é candidato...
... coligado com o PSDB.
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3 de mar. de 2008
manda uma meia marguerita, meia calabresa
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As capas de fidel
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Hoje no blog do josias
Alan E. Cober O ministro Jorge Hage (Controladoria Geral da União) guarda no computador um texto que deixa mal o jornalismo. Relaciona 11 erros crassos que envenenaram o noticiário sobre cartões corporativos. Considerando-se que o Congresso se prepara para instalar uma CPI que vai se ocupar do tema, vale a pena reproduzir o conteúdo do arquivo eletrônico de Hage. 1. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foi acusada de ter utilizado o cartão corporativo para adquirir roupa de cama. Despesa regular e necessária, atestaram os técnicos da CGU. Os panos forraram as camas utilizadas por servidores da agência que realizam a fiscalização sanitária no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. São plantonistas, obrigados a pernoitar no batente. 2. A Polícia Federal escalou o noticiário por ter sacado o cartão numa clínica de estética chamada By Kimberly. Eis o detalhe que a reportagem não relatou: a despesa decorre de pagamento de um revólver, devolvido à PF nos termos do Programa Nacional de Desarmamento; 3. Denunciou-se que o cartão do Ministério da Agricultura despejara verbas públicas numa agência de matrimônio. Os técnicos da CGU foram atrás. Descobriram o seguinte: pagou-se, na verdade, a manutenção de veículo do ministério numa oficina mecânica. Por equívoco da Receita Federal, a oficina fora classificada no Cadastro de Pessoas Físicas como intermediária de casamentos. Alertado, o fisco promoveu a correção. 4. Acusou-se o comando da Marinha de sacar o cartão para adquirir um bichinho de pelúcia. Era lorota. Comprou-se, na verdade, um pedaço de veludo. A loja trazia o vocábulo “pelúcia” na logomarca. Mas o pano foi usado para forrar uma bandeja que carrega medalhas em solenidades de condecoração militar. 5. Criticou-se a Marinha por ter manuseado o cartão corporativo numa casa chamada Beleza Cosméticos Ltda.. A compra destinava-se à aquisição de material de consumo para um curso de barbeiro ministrado na Escola de Fuzileiros Navais; 6. Atacou-se a Marinha, de novo, por conta da aquisição de uma caixa de bombons. Os chocolates serviram para retribuir gentilezas à esposa de uma autoridade militar estrangeira que visitou instalações navais do Brasil. 7. Noticiou-se o gasto de uma repartição pública numa loja que trazia o termo “joalheria” enganchado no nome. Compraram-se jóias? Não. Foram adquiridas baterias para um telefone celular. 8. Informou-se que, na Universidade de Uberlândia, até motoboy dispunha de cartão de crédito. Na verdade, tratava-se de um agente administrativo que tem entre suas atribuições a realização de compras emergenciais da reitoria. Por acaso, o servidor vai às compras equilibrando-se numa motocicleta. 9. A própria CGU freqüentou o noticiário por ter mandado roupas para uma lavanderia. Foram à máquina de lavar toalhas de mesa usadas num evento festivo da repartição: o Natal dos funcionários. 10. Um servidor do setor de manutenção do Ministério das Comunicações ganhou notoriedade por ter mandado reparar o forro de uma mesa de sinuca. O móvel encontra-se na garagem do ministério há 16 anos, desde 1992. Traz a plaqueta de “patrimônio da União”. É usado como passatempo dos motoristas, nos horários de folga. Para a CGU, a despesa foi absolutamente legal. 11. Entre as supostas irregularidades praticadas pelo ministro Altemir Gregolin (Pesca) mencionou-se um gasto de R$ 70 feito na choperia Pingüim, em Ribeirão Preto (SP). Varejando as notas da prestação de contas, a CGU verificou que o cartão pagou uma refeição do ministro. Não há no documento menção a bebida alcoólica. Perscrutando a agenda de Gregolin, verificou-se que teve compromisso oficial na cidade no dia em que comeu na choperia mais famosa de Ribeirão. Nem todas as miudezas escaparam à glosa da CGU. O próprio ministro da Pesca viu-se constrangido a devolver às arcas da Viúva R$ 538 –R$ 512 de um almoço que pagou, sem amparo legal, a uma delegação de autoridades chinesas e R$ 26 de uma outra refeição na qual dividiu a mesa com um acompanhante. Também o custeio da tapioca do ministro Orlando Silva (Esportes) não pôde ser encaixado na lei. Como as suspeitas estenderam-se dos R$ 8,30 a gastos mais robustos, feitos em restaurantes e hotéis, o ministro optou pos restituir ao Tesouro os R$ 30,8 mil que gastara entre 2006 e 2007. Aguarda a conclusão de auditoria da CGU, para saber se terá direito a algum troco. Por ora, a CGU concluiu apenas a análise dos gastos de Gregolin. Nos próximos dias, será encerrada a inspeção nos extratos da ex-ministra Matilde. O repórter apurou que ela terá de ressarcir aos cofres públicos uma cifra bem mais expressiva do que os R$ 461 que deixou numa loja de free shop. A auditoria de Orlando Silva será mais demorada. Seja como for, parece recomendável que a nova CPI concentre-se no atacado dos gastos com cartões -as despesas à Matilde e os dispêndios secretos do Palácio do Planalto, por exemplo. Se deslizarem para a miudeza, os congressistas arriscam-se a ter de fazer uma outra CPI, dessa vez para investigar o teatro das comissões parlamentares de inquérito e a inutilidade de boa parte do noticiário. PS.: Ilustração via sítio Artist Gallery.CGU vê erros crassos no noticiário sobre cartões
Quando focalizou o atacado dos R$ 171,5 mil que Matilde Ribeiro pendurara no cartão de crédito, a imprensa mandou ao olho da rua uma ministra que não conseguiu explicar o inexplicável. Quando se deixou seduzir pelo apelo da tapioca de R$ 8,30 do ministro Orlando Silva, o noticiário descambou para um varejão de miudezas que pendurou nas manchetes uma penca de equívocos e injustiças.
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19 de fev. de 2008
utopia, economia....
- ps. vale lembra também aquele editorial produzido pela veja em alguma edição de agosto e comentado aqui, no tempo em que eramos mais dedicados e nos propunhamos a comentar semanalmente os semanários . Nele a revista exaltava a crise econômico como uma instituição de renovação do capitalismo e que compensava a pobreza gerada. Está aqui. -
Algum lugar
http://elloborojo.blogspot.com/
por Lucas Simone
Camaradas,
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Marcadores: economia, lucas simone
8 de fev. de 2008
John... McCain
- Medalha de Honra;
- Cruz por Serviços Prestados em Combate;
- Cruz por Serviços Prestados em Combate Aéreo;
- Medalha dos Soldados;
- Estrela de Bronze;
- Coração Púrpuro;
- Medalha Aérea;
- Medalha por Serviços Prestados no Vietnam;
- Medalha de Prisioneiro de Guerra;
- Fita por Serviços Prestados ao Exército;
- Medalha por Ferimentos Sofridos no Vietnam;
- Medalha pela Campanha do Vietman.
Recebeu ainda quatro insígnias:
- Combate de Infantaria;
- Tripulante de Aeronave;
- Senior em Combate Aerotransportado;
- Especialista em Armamentos.
- Estrela de Prata;
- Legião do Mérito;
- Medalha por Serviços Prestados em Combate Aéreo;
- Estrela de Bronze;
- Coração Púrpuro.
A vida imita a arte? Nesse caso acho que não. Mas que Hollywood dá uma forcinha, isso dá...
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Douglas
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6 de fev. de 2008
The Daily Show with John Stewart
Como as primárias americanas são o assunto do momento elas não poderiam deixar de aparecer em seu programa. Stewart é abertamente um democrata, nunca vi nenhuma declaração dele nesse sentido, mas pelo conteúdos dos comentários isso é bem claro. Aparentemente ele apoia Barack Obama também. No entanto isso não o impede de criticar os dois lados da coisa toda.
Como o Cae já colocou, na Quinta-Feira, dia 31 de Janeiro, aconteceu o debate Democrata, que teve a maior audiencia da história dos debates americanos. Como o programa só vai ao ar de Segunda a Quinta o comentário de Stewart sobre isso só foi ao ar na semana seguinte, Segunda-Feira, dia 4 de Fevereiro.
Esse outro vídeo serve para ilustrar as reportagens engraçadíssimas que vão ao ar ocasionalmente. Não sei ao certo a data desta. Deve ter sido antes de Outubro de 2005, já que o reporter Stephen Colbert deixou o Daily Show para assumir seu próprio programa, The Colbert Report, que segue um linha parecida. Entre os antigos reporteres no programa também figura Steve Carell, de Todo Poderoso e O Virgem de 40 Anos.
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Douglas
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5 de fev. de 2008
perdoem a diagramação de bosta do último post mas é que o blogger não colabora muito.
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Super Terça
Após a primeira prévia presidencial americana, no Iowa, comentei como os americanos conseguem transformar tudo em espetáculo. Agora vejam o público presente no último debate dos democratas antes da "super terça"- momento onde serão decididos algo em torno de 45% dos delegados aptos a votarem nas prévias - e que foi realizado no Kodak Theater em Los Angeles.

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1 de fev. de 2008
Carnaval
O bloco gigantes da lira sai no sábado que precede ao carnaval (ou seja, saiu há uma semana) e como tradição, no meio do caminho, homenageiam do Elizabeth cantando para a senhora "Carinhoso". Vale a pena ver o vídeo:
e
abraços, cae. Bom carnaval.
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31 de jan. de 2008
Mares gelados
Parece que há uma richa sea shepherd X greenpeace a respeito de discordâncias de métodos de ação. Isso pouco importa, interessante é notar essas coberturas mais autônomas realizadas pela internet onde a informação de propaga de uma maneira bem diferente do que na mídia "grande".

Informação produzida de fontes diversas, longe dos canais oficiais ou de uma mídia cujas raízes se confundem com as do poder consolidado.
cae...
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